sábado, 9 de janeiro de 2010

Político dá tiro na própria boca ao vivo.

Por tweetscuriosos.blogspot

Em 22 de janeiro de 1987, na véspera do pronunciamento de sua sentença, Budd Dwyer convocou uma coletiva de imprensa para "esclarecer o caso"(corrupção). Muitos acreditaram que se trataria de uma resignação pública.
Na conferência, um Dwyer nervoso e agitado novamente alegou inocência, e declarou que ele não se afastaria da tesouraria do estado.
Dwyer parou de ler seu discurso e chamou três de seus assessores, entregando um envelope a cada um deles. Depois descobriu-se que um continha uma nota de suicídio para sua esposa. O segundo envelope continha uma nota de doação de órgãos e afins. O terceiro continha uma carta para o governador recém-empossado, Robert P. Casey. 
Dwyer enfiou o cano do revólver na boca e puxou o gatilho. Ele caiu no chão, em frente às câmeras de cinco telejornais. Dwyer foi pronunciado morto na cena às 11:31 da manhã.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Especialistas acreditam na descoberta de planeta habitável em breve

Por Veja.com


Astro a abrigar vida será rochoso e muito semelhante ao planeta Terra, dizem especialistas (Foto: AP)
 
Estimativas de astrônomos sugerem que, dentro de quatro ou cinco anos, planetas semelhantes à Terra devam ser encontrados no universo.
Segundo funcionários da Nasa e outros cientistas citados pela imprensa americana, a descoberta do primeiro planeta capaz de abrigar vida pode ser anunciada em breve. Ainda de acordo com os pesquisadores, a novidade pode vir à tona ainda neste ano, caso certas pistas de um planeta com tamanho similar ao da Terra, detectadas por um telescópio espacial, se confirmem.
Durante a reunião anual da Associação de Astronomia dos Estados Unidos, muitas descobertas acerca dos "exoplanetas", astros localizados fora do Sistema Solar, sugerem uma mesma conclusão: planetas habitáveis podem existir, por conta da violência do ambiente espacial, repleto de explosões, buracos negros e colisões.
Diversas pesquisas inéditas na área da exoplanetologia e as pistas registradas pelo novo telescópio espacial Kepler, da Nasa, causaram comoção durante o encontro, onde cientistas afirmaram que estão em um "ponto incrivelmente especial da história", próximos da resposta para a pergunta que assola a humanidade desde os primórdios da civilização: "Estamos sós?"
"Pela primeira vez, há otimismo de que em algum ponto, dentro de nosso tempo de vida, vamos chegar a uma resposta sobre a existência de vida em outros planetas", afirmou Simon Worden, astrônomo e chefe do Centro de Pesquisa Espacial Ames, da Nasa. "Se eu fosse de apostar, apostaria que não estamos sós, que há um monte de vida", completou o especialista.
Em novembro do ano passado, a Igreja Católica realizou um simpósio para discutir a possibilidade de vida extraterrestre. "Estas são grandes questões que refletem sobre o significado da raça humana no universo", disse o padre José Funes, diretor do Observatório do Vaticano, que participa da reunião anual de astrônomos dos Estados Unidos.

Mistérios do universo

O novo telescópio, batizado de Kepler, é especializado em buscar planetas e seu único instrumento é um fotômetro que mede o brilho de mais de 100.000 estrelas simultaneamente. O sistema vai atrás de qualquer astro que faça uma estrela perder o brilho, levando em conta que esse enfraquecimento pode representar a passagem de um planeta.
Segundo os especialistas, o astro que for capaz de abrigar vida será rochoso e não gasoso. Ele também não estará muito perto de uma estrela, o que lhe renderia temperaturas muito altas, e nem muito distante, por conta do frio.
Os pesquisadores têm encontrado muitos novos planetas, diferentemente da década de 90, quando um ou dois vinham à tona anualmente.
Graças ao telescópio Kepler, o número de exoplanetas descobertos, todos sem chances de abrigar vida, já supera os 400.
"Do Kepler, temos fortes indicações de planetas menores em grande quantidade, mas elas não foram verificadas ainda", disse Geoff Marcy, da Universidade da Califórnia em Berkeley.
O aparelho se concentra em cerca de 0,25% do céu noturno e analisa estrelas a distâncias de centenas a milhares de anos-luz. Os novos astros registrados pelo telescópio estão muitos distantes, o que torna impossível uma viagem até eles. Os planetas descobertos também não podem ser observados, ao contrário do que ocorre com o Sistema Solar.
O sistema tecnológico pode até encontrar um planeta como a Terra, mas seriam necessários até 3 anos para se confirmar a órbita dele. O que foi sustentado pelo Kepler, até o momento, é a existência de muitos outros astros similares. Só na última semana cinco novos exoplanetas foram encontrados pelo telescópio.
Conservador, Marcy prefere não especular sobre quantos planetas podem ser semelhantes à Terra, mas afirma, sob insistência, que 70% de todas as estrelas que podem ser comparadas ao Sol têm planetas rochosos ao seu redor.

Elvis Presley: A trajetória e os dramas do Rei do Rock

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Se estivesse vivo, Elvis Presley completaria 75 anos nesta sexta-feira. Um colapso cardíaco fulminante pôs fim à vida do rei do rock em 16 de agosto de 1977, quando ele tinha 42 anos. Nem a morte, porém, foi capaz de acabar com o sucesso do astro. Ao contrário: transformou Elvis de ídolo em mito. Prova disso é que, somente em 2009, as vendas de músicas, CDs e demais produtos com a sua marca renderam 55 milhões de dólares à Elvis Presley Enterprises, administrada pelo magnata Robert Sillerman. Em mais de 20 anos de carreira, o astro acumulou glórias e recordes no showbiz, com milhões de discos vendidos e participação em 32 filmes.
Sua carreira começou de uma forma curiosa. Em 1953, Elvis Aaron Presley,um garoto da cidadezinha de Tupelo, presenteou a mãe com um compacto que havia conseguido gravar na Sun Records. O então motorista de caminhão não poderia imaginar que esse simples presente de aniversário traria tantas e tamanhas consequências. A partir daí, a escalada rumo ao topo começou. Em uma feira musical, chamou a atenção do empresário Tom Parker, que convenceu os diretores da gravadora RCA a lançarem um LP daquele jovem de topete e roupas chamativas que mexia as pernas como ninguém. O primeiro LP vendeu mais de um milhão de cópias e Elvis Presley acabou conquistando os EUA.
Em 1958, foi convocado para o serviço militar. O Exército, porém, fez com que Elvis perdesse muito de sua fama de rebelde. Foi então que seu empresário achou melhor que o cantor ficasse longe do público por um tempo. O astro, abalado também pela morte da mãe, assistiu de casa ao surgimento dos Beatles e dos Rolling Stones. A partir de então, Elvis aparecia cada vez menos em público e os shows eram cada vez mais esporádicos. Mesmo com as raras apresentações, ainda era capaz de surpreender seus fãs. Em 1969, após nove anos sem aparecer em público, Elvis se apresentou nos Estados Unidos e seus shows foram considerados um novo fenômeno pela imprensa internacional.
Em março de 1977, cinco meses antes de morrer, fez sua última turnê e arrebatou multidões, mesmo com a aparência envelhecida e muitos quilos a mais. Nos últimos anos de sua vida, a imprensa americana começou a noticiar suas ligações com as drogas. Segundo depoimentos de pessoas próximas, Elvis tomava pílulas para trabalhar, para dormir, para acordar, para emagrecer e até para ir ao banheiro. Padecia também de uma doença no intestino que o levou a duas temporadas no hospital.
Depois de sua morte, as polêmicas sobre sua vida pessoal começaram a surgir. Em 1985, sua ex-mulher, Priscilla Presley, com quem foi casado de 1959 a 1973, lançou o livro Elvis e Eu, revelando que o primeiro ídolo do rock do mundo era moralista, pudico e uma “criança grande que nunca amadureceu”. Dois anos mais tarde, outro livro sobre o astro foi lançado. Desta vez, Lucy Balbin garantia não só ter vivido um romance secreto com Elvis como dizia também ter uma filha cuja verdadeira identidade ele nunca reconheceu.
Mas as controvérsias não riscaram a imagem de Elvis. Fãs nostálgicos seguem abastecidos com coletâneas de CDs e vídeos relançados periodicamente.  Mas foi uma “reaparição” inusitada, em 2002, que chamou atenção do público e fez Elvis voltar ao topo dos paradas quase três décadas após sua morte. A razão? A trilha sonora do desenho animado Lilo & Stitch, da Disney, que se tornou uma das mais vendidas nos Estados Unidos, trazendo como prato principal seis canções do pioneiro do rock.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Salve o planeta fazendo xixi.

 A campanha da F/Nasca para a ong SOS Mata Atlântica continua fazendo sucesso com a campanha Faça Xixi no Banho e agora chega em sua 2ª fase mostrando quem faz xixi no banho. Confira o video.